segunda-feira, 12 de julho de 2010

I'm Through With Love

Uma coisas que provavelmente iria gerar muita crítica e polêmica, se eu falasse em voz alta. Maaas, para me salvar, eu tenho esse blog para isso. (:

Eu pessoalmente tenho muita preguiça do clima de sou-uma-mulher/homem-forte-marcada-por-um-grande-amor-perdido. Primeiro, porque o amor é completamente superestimado. Colocado em um pedestal como se fosse a única coisa que desse sentido à vida. E tarãn! Não é. Viver com dependência de uma pessoa é ridículo. Obiviamente não sou contra amar alguém, claro que não. Gostar de alguém é bom, somos feitos para amar, porém não se pode viver em função de uma pessoa - o que é completamente diferente. Eu não gosto do fato que nós somos obrigados a amar. Quer dizer, você nasce e tem que amar a sua mãe porque ela é sua mãe, não porque ela é uma pessoa que valhe a pena ser amada, por exemplo. Enfim, esse post vai dar sentido à descrição do perfil.

Sou bem anti-social, confesso. Eu viveria feliz com apenas com meus vícios básicos - internet, video-game, música, café, fotografia, hq, Skins - meu cachorro, um pouco de natureza, um pouco de cidade, meus instrumentos, uns 10 amigos, festas e saídas. Tenho um problema de cansar rápido das pessoas. Sabe quando um dia você levanta, e uma pessoa - pode até ser um melhor amigo, ou uma pessoa que você tá muito afim - vai falar com você, e você simplesmente não quer nem saber? Quer só dizer 'Sério, foda-se' e virar? Sou bem assim - mas com educação, claro. É um misto de impaciência sentimental e indiferença mesmo. Eu sempre lembro de uma frase do Caio de Abreu mas me define muito, nessas horas:



Teria dito também [...] toda essa merda educada que as pessoas costumam dizer para colorir a indiferença.



Impaciência sentimental também é um grande problema meu. Eu não sou muito sentimentalista - que não significa falta de sentimentos, mas não superestimá-los - então tentar chamar minha atenção chorando, suspirando, falando que está triste, estando doente ou com depressão - porque eu acho que é só uma forma de dizer que tristeza pe doença e ganhar dinheiro, como sempre - não dá certo. Simplesmente não dá. Eu não ligo mesmo, sério. Isso em irrita profundamente, me deixa impaciente, e sem saco nenhum com a pessoa.
Mas - infelizmente - as pessoas são assim. Carentes, tendenciosas, iludidas. Gostam de serem marcados por uma desilução amorosa, ser sempre a vítima, apostar quem tem a vida mais difícil, ser triste e não saber superar os problemas. Serem dependentes, fracas e manipuláveis. Ser levado pela mídia, gostar do que está na moda. Amar tudo porque é um adolescente retardado, odiar tudo porque é um cult retadado. Não ter escolha. Não ter opinião. Não ter que passar pelo sofrimente - oh e vejam só - que é pensar. PENSAR. Ter critica, refletir. I'm definitely through with people. Definitely.

E porém, essas que são as virtudes conterporâneas, não?


O nome do post é de uma música da Marilyn Monroe, mais conhecida por ser a música que a MJ canta no bar de jazz, no última cena do Spider-Man 3 (:

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